quarta-feira, 27 de agosto de 2008



"Tem dias que a gente se sente,
como quem partiu ou morreu...

A gente vai contra a corrente
Até não poder resistir
Na volta do barco é que sente
O quanto deixou de cumprir
Faz tempo que a gente cultiva
A mais linda roseira que há
Mas eis que chega a roda viva
E carrega a roseira prá lá..." Sabio Chico!

Viver traz várias experiências, que gera um quantidade de emoções a me invadir o coração e a mente. São deliciosamente arrebatadoras trazendo sempre algum benefício. Tento esmiuçar esse sentimento da mesma forma que tempero a refeição com um pouquinho de pimenta (e quem não gosta?) ter aí vários sabores - e tantas emoções - descubro muito de mim. Reconhecer meus medos... controlar a ansiedade... amenizar a fúria... extravasar e mostrar minhas impressões mais intensas. Em alguns momentos, surge o ponto certo de uma mistura de vivências, moldando minha essência em busca do bem viver. Tenho certeza que tudo é questão de calibragem...

segunda-feira, 4 de agosto de 2008

Sem timbres

O silêncio fala alto. Difícil compartilhar os sentimentos profundos. Guardo em mim o melhor das emoções, não me apeguo a velhas mágoas que esvaziam meu coração. Preciso cautela e sensibilidade para não destruir o que construí com tanto empenho.

Momentos imprevisíveis tende a provocar reações vulcânicas antes inesperadas... e que não diminuem conforme as horas passam.

Preocupações contagiam-me pela manhã, a tarde as coisas se encaixam melhor e tenho a noite como calmaria.

terça-feira, 1 de julho de 2008


"Certas canções que ouço
cabem tão dentro de mim
que perguntar carece
Como não fui eu que fiz"

Composição: Tunai/ Milton Nascimento

Um daqueles momentos...

Em que meus pés não tocam mais o chão

De repente fico rindo à toa sem saber por que

A canção toca na hora errada

Aproveito, então, para fazer barulho pela madrugada e seresta na sua calçada.

Hold Me Till The Morning Comes

Todos os dias eu venho ao mesmo lugar

Às vezes fica longe, difícil de encontrar.

Quem sabe um dia

Numa tarde quente, vou-me embora de Brasília

Num submarino do lago Paranoá.

Você me daria a mão?

O que quero não se pode explicar aos normais

Ontem percebi que a minha pele fala, e ela gritou: oh! Maluca, vê se desliga senão a gente frita.

Se na verdade o oculto mostra mais e mais

Se eu não sei o que é sonhar

Resta-me então

Ouvir aquela canção que não toca no rádio.

Pedaços

Como um velho diário perdido na areia

Esperando que você me leia

Mas apagaram tudo, pintaram tudo de cinza

Pra viver eu transformei meu mundo

Agora chega

Daqui pra frente tudo vai ser diferente

Tô aproveitando cada segundo

Antes que isso aqui vire uma tragédia

Somos o que há de melhor

Somos o que dá pra fazer

E o mundo fora nós Se resume a tédio e pó!